SMAIF Monitor
Até nove câmeras de alta resolução numa tela só, com detecção de fumaça por inteligência artificial rodando o tempo todo. Ao menor sinal de fumaça a câmera sinaliza o foco ao operador, que valida a ocorrência.
O SMAIF é a plataforma de monitoramento, alerta e inteligência florestal que leva a ocorrência da primeira coluna de fumaça ao relatório assinado — no mesmo sistema.
Estudo preliminar sem custo · Começa só com satélite, sem instalar equipamento
A câmera que enxerga, a plataforma que decide e o aplicativo que vai ao mato. O mesmo sistema, visto de três lugares diferentes — e um único registro no fim.
Até nove câmeras de alta resolução numa tela só, com detecção de fumaça por inteligência artificial rodando o tempo todo. Ao menor sinal de fumaça a câmera sinaliza o foco ao operador, que valida a ocorrência.
O mapa vivo da unidade: detecções, satélite, meteorologia, equipes, ocorrências e relatórios no mesmo lugar. É onde a informação vira decisão — e onde ela fica registrada.
O aplicativo do brigadista, feito para funcionar sem sinal. Recebe o ponto do fogo, mostra trilhas e aceiros já baixados no aparelho, mede a área queimada e devolve tudo à base quando a rede volta.
A inteligência artificial varre os feeds das câmeras 24 horas por dia e marca a coluna de fumaça no instante em que ela aparece no horizonte. Na sequência, o operador aproxima a imagem e o sistema conclui a triangulação — o ponto vai para o mapa e para o celular da equipe.
Gravação de tela do SMAIF Monitor em operação na Serra da Mantiqueira.
Seis passos, um único registro. Cada etapa acrescenta dado à mesma ocorrência — o relatório final nasce do que o sistema já viu acontecer, sem ninguém redigitar nada.
O risco entra no sistema como número, todos os dias — não como suposição. O boletim diário, o histórico de recorrência e o mapa de cicatrizes mostram onde o fogo volta, e ajudam a decidir onde colocar a próxima torre, o próximo aceiro, a próxima equipe.
Três olhos abrem uma ocorrência: a inteligência artificial das câmeras, que varre os feeds 24 horas; o satélite, com os focos de calor chegando a cada 30 minutos; e a pessoa em campo, que marca um ponto pelo aplicativo. Todos caem na mesma fila.
Duas câmeras olhando a mesma coluna de fumaça dão a triangulação: vira coordenada no mapa. Quando o alerta vem do satélite, a coordenada já chega pronta e o sistema diz de qual unidade ela é.
Máquina sugere, gente decide. A detecção entra numa fila de análise com a imagem do momento; o operador confirma o fogo ou marca falso alarme — e cada descarte alimenta o treinamento do modelo.
Confirmada, a ocorrência aparece no mapa da sala e no aparelho da equipe, com o ponto, as trilhas, os aceiros e o corpo d'água mais próximo. Quem precisa saber recebe alerta por WhatsApp e e-mail. Cada minuto sem detecção aumenta o custo da resposta.
A ocorrência caminha por fases visíveis a todos — detectado, em observação, deslocamento, combate, extinção — e o sistema cronometra sozinho o tempo de deslocamento e a duração total. Posição da equipe e fotos entram no mapa em tempo real.
O relatório se preenche em cima do que o sistema já sabe: hora, local, município, clima do dia, equipe e área. O satélite volta dias depois, compara duas passagens e extrai o polígono da cicatriz. O painel guarda o histórico e mostra onde o fogo se repete.
O satélite volta, mede a cicatriz e o sistema soma ao histórico. Cada ocorrência registrada — causa, área, tempo de resposta — vira evidência para o próximo pedido de investimento, e mostra a quem financia exatamente onde a prevenção reduziu o combate.
O mapa, o risco, o satélite, o dossiê da ocorrência, quem pode o quê e a porta de saída dos dados.
Uma base cartográfica única, com tudo ligável e desligável por camada.
O tempo entra no sistema como número de decisão, não como enfeite.
Cobertura de área grande sem um único equipamento em campo.
Cada fogo vira um dossiê datado.
Quem vê, quem edita e quem responde, bem definido.
O dado é seu, e sai do sistema pela porta da frente.
A plataforma não sabe se o que ela protege é uma floresta, uma linha de transmissão ou um sítio arqueológico — ela sabe de área, limite, risco e ocorrência. É isso que a torna reaproveitável.
Brigada, registro de ocorrência, boletim de risco e cadeia de validação até a chefia. O caso de uso onde o sistema nasceu.
Vigilância de corredores de centenas de quilômetros, com dossiê datado do evento para análise de causa do desligamento.
Talhões como camada própria, risco diário pela estação local e histórico de recorrência para planejar aceiro e roçada.
Monitoramento 24 horas com detecção automática de movimento — a mesma torre, outro modelo de inteligência artificial.
Divisão municipal já embarcada, alerta por WhatsApp e registro auditável de cada acionamento.
Várias unidades na mesma árvore, cada uma enxergando o próprio pátio e todas somando no painel de cima.
Ninguém precisa de orçamento alto na primeira fase. A área entra em vigilância antes de qualquer equipamento ser instalado.
A plataforma de gestão da unidade entra completa já de saída — mapa operacional, ocorrências, relatórios e equipes. E a área inteira passa a ser vigiada por satélite, sem nenhum equipamento instalado.
Equipes com o aplicativo, camadas próprias carregadas, boletim de risco e alertas chegando por WhatsApp e e-mail.
Câmeras com inteligência artificial, sistemas de radiocomunicação e estação meteorológica entram nos trechos que as duas primeiras fases apontaram — não no chute.
−80%
de área queimada
O Itatiaia é onde o SMAIF nasceu e onde ele foi provado. A área queimada na unidade caiu de 330 hectares em 2024 para 65 hectares em 2025 — com a mesma brigada, o mesmo território e a mesma estiagem.
Cada hectare que não queima é combate que não precisou sair, brigada que não precisou de diária extra, equipamento que não precisou ser substituído. O SMAIF trabalha como sentinela, 24 horas, para que o fogo pequeno continue pequeno.
Menor custo de operação ambiental e menos passivos.
Menos deslocamento de equipe, menos hora extra e menos desgaste de equipamento.
Manutenção prevista em contrato em vez de verba extraordinária pedida depois que o fogo já lavrou.
O gestor entra o ano com um número que já conhece — e o histórico de ocorrências e de área recuperada vira a evidência para justificar e priorizar o próximo investimento em prevenção.
O SMAIF funciona desde o primeiro dia só com satélite. Para aproveitar tudo — detecção em tempo real por câmera, comunicação de campo e dados do clima local — a mesma equipe projeta, instala e mantém a infraestrutura que alimenta a plataforma.
Câmeras PTZ de alta resolução cobrindo raio de até 20 km, com inteligência artificial, autonomia energética por energia solar e transmissão, integradas ao SMAIF. Inclui projeto, equipamento, instalação e testes.
Repetidoras, rádios base e portáteis para a equipe falar mesmo onde não há sinal de celular — com projeto técnico e trâmites de homologação na ANATEL.
Dados locais de risco de incêndio e boletim diário automático, alimentando o SMAIF com a informação climática da própria unidade.
Preventiva e corretiva de toda a infraestrutura instalada, com visitas programadas, reparo de falhas e suporte remoto. Equipe própria, não terceirizada.
Levantamento de cobertura, viabilidade e especificações, para quem precisa planejar a implantação completa antes de decidir.
Começou com gente que já vivia o problema na pele, no quintal de casa.
A T&J fica em Itamonte, na Serra da Mantiqueira, nos arredores do Parque Nacional do Itatiaia. O parque não é só o primeiro cliente: é parceiro, e até hoje mantemos ali todo o sistema de monitoramento por conta própria, como retribuição ao lugar que nos formou.
Os sócios chegaram por três caminhos diferentes e todos passaram pelo mesmo lugar. Um é brigadista há 25 anos pelo ICMBio no próprio Itatiaia, supervisor florestal e coordenador de combate — o olho de campo, que sabe na prática o que uma brigada precisa. Outro foi brigadista por três anos na mesma unidade e virou o desenvolvedor da plataforma, depois que um projeto-piloto com a TNC Brasil testou câmeras com inteligência artificial ali e mostrou o que dava para fazer. O terceiro trouxe a radiocomunicação, que era hobby, somada a mais de vinte anos de planejamento de projetos na mineração; foi voluntário no parque em 2019, reconstruindo o sistema de rádio da unidade.
É por isso que o suporte não é terceirizado: quem atende o chamado é quem já resolveu de tudo em campo.
Nenhum sistema de monitoramento se sustenta sozinho em área remota. Estas são as instituições que viabilizam os projetos e abrem as portas do território.
A ONG que patrocina os projetos e abre as portas para as instalações em campo. Foi num piloto com a TNC que a detecção por câmera com inteligência artificial foi testada pela primeira vez no Itatiaia — e de onde nasceu a ideia da plataforma.
O órgão gestor da unidade onde o SMAIF nasceu e opera desde 2021. A brigada do parque é a origem da T&J — e até hoje mantemos ali todo o sistema de monitoramento.







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