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Símbolo da T&J Monitoramento Ambiental: câmera de monitoramento com uma chama no centro SMAIF T&J Monitoramento Ambiental
Imagem real de uma câmera do SMAIF na Serra da Mantiqueira detectando uma coluna de fumaça, marcada automaticamente pela inteligência artificial
Detecção em tempo real · 24 horas

Nascido dentro do parqueque ele protege

O SMAIF é a plataforma de monitoramento, alerta e inteligência florestal que leva a ocorrência da primeira coluna de fumaça ao relatório assinado — no mesmo sistema.

Estudo preliminar sem custo · Começa só com satélite, sem instalar equipamento

−80% de redução da área queimada entre 2024 e 2025, no Itatiaia
7 unidades com projeto ativo
3 estados — MG, SP e RJ
2021 primeiro sistema completo em operação
A plataforma

Uma plataforma,
três instrumentos

A câmera que enxerga, a plataforma que decide e o aplicativo que vai ao mato. O mesmo sistema, visto de três lugares diferentes — e um único registro no fim.

Tela do SMAIF Monitor: imagem ao vivo de uma câmera PTZ sobre a serra, com controles de movimento, presets e a calculadora de localização
Na torre

SMAIF Monitor

Até nove câmeras de alta resolução numa tela só, com detecção de fumaça por inteligência artificial rodando o tempo todo. Ao menor sinal de fumaça a câmera sinaliza o foco ao operador, que valida a ocorrência.

Tela do SMAIF Online: mapa vivo da unidade sobre imagem de satélite, com o foco de incêndio, as câmeras e seus campos de visão e o limite da unidade de conservação
Na sala de operação

SMAIF Online

O mapa vivo da unidade: detecções, satélite, meteorologia, equipes, ocorrências e relatórios no mesmo lugar. É onde a informação vira decisão — e onde ela fica registrada.

Três telas do aplicativo SMAIF Maps: camadas da base sincronizadas, limite da unidade com trilhas e foco de calor, e o mapa legível mesmo sem imagem de satélite
No mato

SMAIF Maps

O aplicativo do brigadista, feito para funcionar sem sinal. Recebe o ponto do fogo, mostra trilhas e aceiros já baixados no aparelho, mede a área queimada e devolve tudo à base quando a rede volta.

SMAIF em ação

A detecção acontecendo,
em gravação real

A inteligência artificial varre os feeds das câmeras 24 horas por dia e marca a coluna de fumaça no instante em que ela aparece no horizonte. Na sequência, o operador aproxima a imagem e o sistema conclui a triangulação — o ponto vai para o mapa e para o celular da equipe.

Gravação de tela do SMAIF Monitor em operação na Serra da Mantiqueira.

Como funciona

O ciclo da ocorrência

Seis passos, um único registro. Cada etapa acrescenta dado à mesma ocorrência — o relatório final nasce do que o sistema já viu acontecer, sem ninguém redigitar nada.

Antes do fogo · onde investir, não onde torcer

O risco entra no sistema como número, todos os dias — não como suposição. O boletim diário, o histórico de recorrência e o mapa de cicatrizes mostram onde o fogo volta, e ajudam a decidir onde colocar a próxima torre, o próximo aceiro, a próxima equipe.

01 · Segundos

Detectar

Três olhos abrem uma ocorrência: a inteligência artificial das câmeras, que varre os feeds 24 horas; o satélite, com os focos de calor chegando a cada 30 minutos; e a pessoa em campo, que marca um ponto pelo aplicativo. Todos caem na mesma fila.

02 · Minutos

Localizar

Duas câmeras olhando a mesma coluna de fumaça dão a triangulação: vira coordenada no mapa. Quando o alerta vem do satélite, a coordenada já chega pronta e o sistema diz de qual unidade ela é.

03 · Decisão humana

Confirmar

Máquina sugere, gente decide. A detecção entra numa fila de análise com a imagem do momento; o operador confirma o fogo ou marca falso alarme — e cada descarte alimenta o treinamento do modelo.

04 · Despacho

Despachar

Confirmada, a ocorrência aparece no mapa da sala e no aparelho da equipe, com o ponto, as trilhas, os aceiros e o corpo d'água mais próximo. Quem precisa saber recebe alerta por WhatsApp e e-mail. Cada minuto sem detecção aumenta o custo da resposta.

05 · Enquanto queima

Acompanhar

A ocorrência caminha por fases visíveis a todos — detectado, em observação, deslocamento, combate, extinção — e o sistema cronometra sozinho o tempo de deslocamento e a duração total. Posição da equipe e fotos entram no mapa em tempo real.

06 · Depois

Registrar e aprender

O relatório se preenche em cima do que o sistema já sabe: hora, local, município, clima do dia, equipe e área. O satélite volta dias depois, compara duas passagens e extrai o polígono da cicatriz. O painel guarda o histórico e mostra onde o fogo se repete.

Depois do fogo · o dado vira o plano do ano que vem

O satélite volta, mede a cicatriz e o sistema soma ao histórico. Cada ocorrência registrada — causa, área, tempo de resposta — vira evidência para o próximo pedido de investimento, e mostra a quem financia exatamente onde a prevenção reduziu o combate.

Dentro do SMAIF Online

Onde o alarme
vira gestão

O mapa, o risco, o satélite, o dossiê da ocorrência, quem pode o quê e a porta de saída dos dados.

Mapa operacional

Uma base cartográfica única, com tudo ligável e desligável por camada.

  • Satélite, relevo, divisão municipal do IBGE e as unidades de conservação do Brasil
  • Hidrografia, estações meteorológicas e câmeras com seu campo de visão
  • Camadas próprias por upload: trilhas, aceiros, faixas, talhões e limites internos
  • Ferramentas de desenho e medição — distância, perímetro e área
  • Cada objeto mostra quem alterou e quando

Risco e meteorologia

O tempo entra no sistema como número de decisão, não como enfeite.

  • Estações próprias atualizando a cada 15 minutos, com previsão complementar
  • Índice de risco de incêndio (FMA+) acumulativo por unidade
  • Boletim diário automático de risco
  • Quatro riscos das próximas 24h: cabeça d'água, tempestade, vento e calor
  • Histórico de vento, umidade e chuva para justificar decisão depois

Vigilância por satélite

Cobertura de área grande sem um único equipamento em campo.

  • Focos de calor sincronizados a cada 30 minutos e atribuídos à unidade correspondente
  • Camada multi-dia: dá para ver o fogo caminhando
  • Mapa de recorrência — onde o fogo passou nos últimos anos, trecho a trecho
  • Imagem de satélite sob demanda para extrair a cicatriz comparando duas passagens
  • O contorno detectado pode ser ajustado à mão e vira área oficial em hectares

Ocorrência e relatório

Cada fogo vira um dossiê datado.

  • Galeria de fotos com legenda — da câmera, do satélite e do celular do brigadista
  • Registro compatível com o ROI: local, causa provável, equipe, equipamentos, vegetação e área
  • Boa parte dos campos já chega preenchida: município, altitude, clima do dia e tempos
  • Saídas prontas: relatório para impressão, mapa em PDF e ponto em KML
  • Registro de queima controlada com o mesmo rigor da ocorrência

Gestão e governança

Quem vê, quem edita e quem responde, bem definido.

  • Árvore de instituição, unidades e bases, com sete níveis de acesso
  • Um gestor pode responder por várias unidades ao mesmo tempo
  • Regra clara: ver o fogo é amplo, editar é da sua unidade
  • Fluxo de validação hierárquica: o registro sobe a cadeia até quem assina
  • Auditoria de alterações, exclusão controlada e trilha para a LGPD

Dados e integração

O dado é seu, e sai do sistema pela porta da frente.

  • Painel com focos por fase, por risco e por mês, área de cicatrizes e estações no ar
  • Comparação de quem detectou primeiro: a câmera ou o satélite
  • Exportação dos dados e conexão direta com ferramentas de BI
  • API versionada para integrar com sistemas de terceiros sem quebrar o que está em campo
  • Integração com o SISFOGO e outras plataformas em desenvolvimento
Onde se aplica

O mesmo sistema,
alvos diferentes

A plataforma não sabe se o que ela protege é uma floresta, uma linha de transmissão ou um sítio arqueológico — ela sabe de área, limite, risco e ocorrência. É isso que a torna reaproveitável.

Unidade de conservação

Brigada, registro de ocorrência, boletim de risco e cadeia de validação até a chefia. O caso de uso onde o sistema nasceu.

Linha de transmissão

Vigilância de corredores de centenas de quilômetros, com dossiê datado do evento para análise de causa do desligamento.

Plantio e agropecuária

Talhões como camada própria, risco diário pela estação local e histórico de recorrência para planejar aceiro e roçada.

Sítios e áreas sensíveis

Monitoramento 24 horas com detecção automática de movimento — a mesma torre, outro modelo de inteligência artificial.

Município e defesa civil

Divisão municipal já embarcada, alerta por WhatsApp e registro auditável de cada acionamento.

Consórcio entre instituições

Várias unidades na mesma árvore, cada uma enxergando o próprio pátio e todas somando no painel de cima.

Implantação em fases

Começa sem obra

Ninguém precisa de orçamento alto na primeira fase. A área entra em vigilância antes de qualquer equipamento ser instalado.

Fase 1

SMAIF – Online

A plataforma de gestão da unidade entra completa já de saída — mapa operacional, ocorrências, relatórios e equipes. E a área inteira passa a ser vigiada por satélite, sem nenhum equipamento instalado.

Fase 2

Campo conectado

Equipes com o aplicativo, camadas próprias carregadas, boletim de risco e alertas chegando por WhatsApp e e-mail.

Fase 3

Torres onde valem a pena

Câmeras com inteligência artificial, sistemas de radiocomunicação e estação meteorológica entram nos trechos que as duas primeiras fases apontaram — não no chute.

Resultado comprovado

Parque Nacional
do Itatiaia

−80%

de área queimada

O Itatiaia é onde o SMAIF nasceu e onde ele foi provado. A área queimada na unidade caiu de 330 hectares em 2024 para 65 hectares em 2025 — com a mesma brigada, o mesmo território e a mesma estiagem.

330 ha → 65 ha Área queimada em 2024 comparada a 2025, no mesmo perímetro da unidade.
Área queimada no Parque Nacional do Itatiaia — 2024 × 2025. Dados da operação do SMAIF na unidade.
Custo de operação

Não é despesa nova.
É custo que deixa de existir

Cada hectare que não queima é combate que não precisou sair, brigada que não precisou de diária extra, equipamento que não precisou ser substituído. O SMAIF trabalha como sentinela, 24 horas, para que o fogo pequeno continue pequeno.

Menos hectare queimado

Menor custo de operação ambiental e menos passivos.

Menos combate de grande porte

Menos deslocamento de equipe, menos hora extra e menos desgaste de equipamento.

Gasto previsível no lugar do emergencial

Manutenção prevista em contrato em vez de verba extraordinária pedida depois que o fogo já lavrou.

O gestor entra o ano com um número que já conhece — e o histórico de ocorrências e de área recuperada vira a evidência para justificar e priorizar o próximo investimento em prevenção.

Plataforma e campo, um projeto só

Um projeto só, não três fornecedores

O SMAIF funciona desde o primeiro dia só com satélite. Para aproveitar tudo — detecção em tempo real por câmera, comunicação de campo e dados do clima local — a mesma equipe projeta, instala e mantém a infraestrutura que alimenta a plataforma.

  • Torres de monitoramento

    Câmeras PTZ de alta resolução cobrindo raio de até 20 km, com inteligência artificial, autonomia energética por energia solar e transmissão, integradas ao SMAIF. Inclui projeto, equipamento, instalação e testes.

  • Radiocomunicação VHF – DMR

    Repetidoras, rádios base e portáteis para a equipe falar mesmo onde não há sinal de celular — com projeto técnico e trâmites de homologação na ANATEL.

  • Estação meteorológica

    Dados locais de risco de incêndio e boletim diário automático, alimentando o SMAIF com a informação climática da própria unidade.

  • Manutenção e suporte de campo

    Preventiva e corretiva de toda a infraestrutura instalada, com visitas programadas, reparo de falhas e suporte remoto. Equipe própria, não terceirizada.

  • Estudos técnicos e projeto executivo

    Levantamento de cobertura, viabilidade e especificações, para quem precisa planejar a implantação completa antes de decidir.

Câmera PTZ de alta resolução do SMAIF instalada no alto de uma torre, com a serra da Mantiqueira ao fundo Torre do SMAIF ao entardecer, com as câmeras, a antena de radiocomunicação e o abrigo dos equipamentos
Torre de monitoramento do SMAIF instalada em topo de morro, com painel solar, antena de transmissão, câmera e estação meteorológica
Quem construiu

Não começou num
plano de negócios

Começou com gente que já vivia o problema na pele, no quintal de casa.

A T&J fica em Itamonte, na Serra da Mantiqueira, nos arredores do Parque Nacional do Itatiaia. O parque não é só o primeiro cliente: é parceiro, e até hoje mantemos ali todo o sistema de monitoramento por conta própria, como retribuição ao lugar que nos formou.

Os sócios chegaram por três caminhos diferentes e todos passaram pelo mesmo lugar. Um é brigadista há 25 anos pelo ICMBio no próprio Itatiaia, supervisor florestal e coordenador de combate — o olho de campo, que sabe na prática o que uma brigada precisa. Outro foi brigadista por três anos na mesma unidade e virou o desenvolvedor da plataforma, depois que um projeto-piloto com a TNC Brasil testou câmeras com inteligência artificial ali e mostrou o que dava para fazer. O terceiro trouxe a radiocomunicação, que era hobby, somada a mais de vinte anos de planejamento de projetos na mineração; foi voluntário no parque em 2019, reconstruindo o sistema de rádio da unidade.

É por isso que o suporte não é terceirizado: quem atende o chamado é quem já resolveu de tudo em campo.

Apoio e parcerias

Quem caminha junto

Nenhum sistema de monitoramento se sustenta sozinho em área remota. Estas são as instituições que viabilizam os projetos e abrem as portas do território.

Logotipo da The Nature Conservancy

The Nature Conservancy Brasil

A ONG que patrocina os projetos e abre as portas para as instalações em campo. Foi num piloto com a TNC que a detecção por câmera com inteligência artificial foi testada pela primeira vez no Itatiaia — e de onde nasceu a ideia da plataforma.

Logotipo do ICMBio — Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Marca do Parque Nacional do Itatiaia

Parceria no Parque Nacional do Itatiaia

O órgão gestor da unidade onde o SMAIF nasceu e opera desde 2021. A brigada do parque é a origem da T&J — e até hoje mantemos ali todo o sistema de monitoramento.

Projetos onde o SMAIF opera
Logotipo do Instituto Toré
Instituto ToréRegião da Serra da Bocaina
Logotipo do Simbiose — Serra do Itapetinga
SimbioseRegião do Contínuo Cantareira (SP)
Logotipo da Fundação Matutu
Fundação MatutuRPPN Vale do Matutu (MG)
Brasão da Brigada Matutu
Brigada MatutuBrigada atendida pelo sistema
Logotipo do Instituto Bromélia
Instituto BroméliaSerra dos Alves (MG)
Logotipo do Parque Natural Municipal do Alto Rio do Tanque
PNM do Alto Rio do TanqueSerra dos Alves, Itabira (MG)
Logotipo da RPPN Sítio Araucária
RPPN Sítio AraucáriaSão José do Barreiro (SP)
Perguntas frequentes

As dúvidas que
sempre aparecem

Dá para começar pequeno ou precisa instalar tudo de uma vez?
Dá para começar sem nenhum equipamento em campo. O SMAIF é uma plataforma de gestão integrada: a área inteira entra em vigilância por satélite nativamente, com o mapa operacional, o histórico de recorrência e todas as funcionalidades de gestão já funcionando. Torre, câmera e estação meteorológica entram depois, nos trechos que os primeiros meses de operação apontarem a necessidade — e não no chute.
Isso funciona na prática ou é só promessa de tecnologia?
O último ano de operação do SMAIF no Parque Nacional do Itatiaia fechou com queda de 80% na área queimada: 330 hectares em 2024 contra 65 hectares em 2025. É o parque onde os sócios da T&J atuaram como brigadistas muito antes de a empresa existir — a tecnologia foi desenhada dentro da operação, não num escritório.
Vocês somem depois de instalar?
Todo projeto sai com plano de manutenção incluso, renovável. A equipe técnica é própria, não terceirizada: quem instala é quem atende depois. Há grupo de suporte com resposta em até 1 hora no canal online, treinamento presencial e remoto para a equipe do cliente, reuniões sob demanda, garantia de 90 dias sobre equipamento e mão de obra, e a infraestrutura fica coberta por seguro durante o prazo de manutenção vigente.
Serve para uma instituição que já tem sistema próprio de registro de ocorrência?
Sim — o SMAIF se integra, não substitui à força. Os dados saem por exportação, por conexão direta com ferramentas de BI e por API versionada, para conversar com o que a instituição já usa. O registro da ocorrência é compatível com o ROI (Registro de Ocorrência de Incêndio), e a integração com o SISFOGO está em desenvolvimento, acompanhando o avanço da regulamentação do COMIF.
Como funciona a contratação, e o estudo tem custo?
A primeira conversa é online, para entender a demanda. Em seguida elaboramos um estudo preliminar sem custo, que dimensiona o sistema necessário para cobrir a área e permite uma estimativa preliminar de investimento. Com o aceite do preliminar seguem a formalização, o projeto executivo e a visita técnica presencial, que refina cobertura, posicionamento das torres, alcance das câmeras e a logística completa.
Isso ajuda no orçamento da instituição, ou é só mais um custo de operação?
O SMAIF reduz o gasto emergencial de combate — deslocamento, diária extra, desgaste de equipamento — e transforma parte desse gasto imprevisível em manutenção prevista e menor. O histórico de ocorrências e de área recuperada também vira evidência para justificar e priorizar o próximo investimento em prevenção.
Em que regiões vocês atuam hoje?
Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com projetos no Parque Nacional do Itatiaia, Instituto Bromélias (Serra dos Alves), Instituto Toré, RPPN Vale do Matutu, Cantareira Norte e Sul, Parque Nacional da Serra da Bocaina e RPPN Araucária.
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Conte qual é o território e o que preocupa hoje. A conversa começa online, e o estudo preliminar que dimensiona o sistema para a sua área não tem custo.

  • Primeira conversa online, para entender a demanda
  • Estudo preliminar sem custo, com estimativa de investimento
  • Visita técnica só depois do aceite do preliminar
  • Atendimento por quem instala e mantém — equipe própria

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